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Atualmente no Brasil, existem gays inseridos na política, e para a comunidade LGBT, isso faz sim muita diferença.

No ano de 2016, ocorreu as eleições à presidência da maior potência do mundo, que é os Estados Unidos e dentre as diversas polêmicas que aconteceram no decorrer da corrida eleitoral americana, podemos destacar o preconceito de Donald Trump com os homossexuais. E no Brasil, ainda vemos representantes políticos como o atual presidente dos Estados Unidos, mas, esse cenário está começando a mudar e a população hoje vota e elege políticos gays, por exemplo.

Na atual política brasileira, temos três políticos homossexuais que são os mais conhecidos: Jean Wyllys, ex BBB e atual deputado federal do Rio de Janeiro pelo PSOL, Fernando Holiday, o mais jovem vereador da história de São Paulo, e em Lins, interior de São Paulo, temos o prefeito da cidade, Edgar de Souza, que assumiu sua homossexualidade, e casou-se após manter 13 anos de relacionamento com o parceiro.

Foto: Reprodução/Whatsapp
Foto: Reprodução/Facebook
Foto: Reprodução/Facebook
Mesmo em Lua de Mel, Edgar fala o que aconteceu na sua vida depois da publicação do casamento pelo jornal O Estado de São Paulo, contando que “teve mais publicidade, mais pessoas ficaram sabendo, em especial fora da cidade, porque na cidade em si já era público, eu moro com meu hoje esposo, vamos fazer 13 anos juntos agora em maio", conta Edgar, e já existem leis no Brasil que autorizam casais do mesmo sexo a se casar e adotar filhos. Edgar explica que a sua principal bandeira política não é a bandeira LGBT, apesar de ser gay, dizendo que não acredita em lutas isoladas, que entende a posição do grupo LGBT para conquistar seus direitos e etc., mas Edgar acredita que "enquanto houver um segmento, um grupo de pessoas segregada, com direitos a menos, violada sua dignidade por questões de gênero, orientação sexual, raça, religião, origem social, nós não temos uma democracia verdadeira", explica.

A equipe de reportagem tentou entrar em contato com o vereador Fernando Holiday, mas por falta de espaço em sua agenda, não foi possível fazer a entrevista. Em nota da assessoria de imprensa, Holiday diz que: “acho ótimo que as pessoas deixem de se importar com a orientação sexual dos candidatos para analisar a competência e propostas na hora do voto. Preconceitos desse tipo são antiquados, ninguém é melhor ou pior político por conta de ser homo ou heterossexual. Espero que os gays possam abertamente participar da vida pública brasileira sem fazer disso uma bandeira, como é o caso do corajoso prefeito de Lins. A vida pessoal deve ficar fora da política, a intimidade é de cada um.”.

Ainda na nota enviada pela assessoria, Holiday critica os políticos que só defendem uma bandeira política, ou somente uma causa, dizendo que o político é eleito para representar a população, e independente de crime, a lei é igual para todos, e finaliza comparando a homofobia com a liberdade de expressão e de crença, afirmando que “não se vence uma intolerância promovendo outra”. Também tentamos contato com o deputado do Rio de Janeiro, Jean Wyllys, mas não tivemos nenhuma resposta. O cabeleireiro Leandro Correia Alves (30), faz uma crítica ao deputado: “acho desnecessário uma pessoa igual aquele deputado Jean Wyllys, aquilo é um palhaço, em busca de respeito, ele fala, mas ele incita o ódio nas pessoas, eu não me sinto representado por ele”, desabafa.

Mas, Liara Bambirra, estudante de Ciência Politica pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), conta que foi importante sim a eleição do deputado Jean Wyllys para o público LGBT, dizendo que foi importante pelo fato de ter o representante homossexual na política brasileira, "é extremamente importante para a pessoa que se reivindica como homossexual, se considera homossexual, que é homossexual, essa pessoa vê uma representação ali é extremamente importante. Passou a vida inteira ou nunca teve uma representação daquelas no Congresso Nacional, por exemplo”, explica Liara.

O cabeleireiro Leandro deixou claro na entrevista que não faz diferença pra ele ter políticos gays no Brasil, porque a honestidade tem que vir da pessoa, independente do que seja e que "as leis são criadas para as pessoas e não para gay, negro, branco, acho que tem que fazer melhoria para as pessoas em geral", conta. E mesmo com essa opinião forte de Leandro, o Brasil ainda sofre com a falta de interesse de alguns jovens pela política, mas, Liara Bambirra, a estudante de Ciência Política é um exemplo de uma jovem que se interessa pela política, então ainda existe esperança.

"Assim como a sociedade alimenta a política, a política alimenta a sociedade, então se a sociedade coloca como pauta importante a questão da homofobia, da homossexualidade, das minorias, a política vai abarcar isso porque é o que a sociedade está aclamando”, conta Liara. Todos nós da redação concluímos e esperamos que a política brasileira possa dar um grande e ótimo passo com esses políticos homossexuais que estão entrando nesse cenário para tentar fazer algo de bom para toda a população.


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Tudo é reformado e limpo, mas não há uma manutenção regular para cuidar dos projetos que foram implantados na cidade e também para recolher o lixo e entulho que as pessoas jogam pelas ruas.

Foto: Rafaella Pierna

Quem anda pela cidade de São Paulo, já percebeu que foram instaladas nas praças públicas da cidade, equipamentos de academia adaptados para serem utilizados sem precisar de eletricidade. Inicialmente, o projeto foi para tentar ocupar o espaço nas praças que era usado pelas pessoas que jogavam lixos e entulhos nesse local, e junto com esse projeto, o município de São Paulo também recebeu parquinhos com materiais recicláveis para as crianças.

A moradora da Zona Norte de São Paulo, Regiane Maria (50), fala que ainda é importante ter essas praças pelos bairros e desabafa sobre a falta de educação das pessoas, dizendo que “as pessoas não tem noção de como é jogar o lixo no córrego, nas praças, entope tudo quando chove, não pode ser feito isso”, desabafa. E falando sobre educação e respeito com o Planeta, nós sabemos que o Brasil ainda não evoluiu nesses dois quesitos, pois vemos lixo e destruição pelas ruas de São Paulo diariamente.

Foto: Rafaella Pierna
A prefeitura da cidade instalou Eco Pontos para receber esses entulhos e outros materiais recicláveis para que as pessoas levem até esses pontos e não descartem nas praças públicas e nas ruas. “Entulho, madeira, sofá, toda a parte plástica que seria Coca-Cola, que a gente vê muito na rua, garrafa plástica, copos descartáveis. A pessoa joga na rua porque ela não tem consciência, mas ela tem onde descartar, e toda pessoa tem direito aqui a um metro cúbico por dia, a pessoa joga por não ter o mínimo de consciência e respeito com a natureza”, conta Juliana Santos, que é Agente Ambiental no Eco Ponto da prefeitura no bairro da Casa Verde, Zona Norte de São Paulo.

Há 5 anos, mais ou menos, em São Paulo, a cada 10 passos, tinha um cesto de lixo nos postes da cidade, hoje, para conseguimos encontrar um tem que procurar bastante. Mas, esse ano, começou a surgir campanhas como SP Linda ou SP Limpa, para conscientizar as pessoas de que lugar de lixo, é no lixo. Tentamos entrar em contato com a Secretaria de Meio Ambiente de São Paulo e com a empresa INOVA, que está divulgando essas duas campanhas, mas nem a Secretaria e nem a empresa quiseram se responsabilizar pelo projeto e não concederam a entrevista.

Foto: Rafaella Pierna


Paulo Rogério Ferreira (49), que trabalha com a Agente Ambiental Juliana, demonstra o amor pela profissão que escolheu exercer, dizendo que gosta muito do serviço e que não percebeu nenhum preconceito desde que foi trabalhar no Eco Ponto.


Mesmo a Secretaria de Meio Ambiente e a empresa INOVA não querendo se responsabilizar pelo projeto SP Limpa, dá para perceber que os trabalhadores, pelo menos, se importam e fazem o que deve ser feito pela cidade. Basta agora o cidadão brasileiro se reeducar e começar a jogar o lixo no lugar certo, cuidar dos lugares públicos e, principalmente, educar essa nova geração de jovens que está chegando para ajudar a cuidar do Planeta.
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Trump, controverso, estereotipado e canastrão né o atual presidente de uma das maiores potências mundiais, os EUA


Os Estados Unidos é o país de interesse de muitas pessoas ao redor do mundo que buscam melhores condições de vida, mas os imigrantes que vivem no país e os que estavam se preparando para sair do Brasil, não contavam com a eleição à presidência do empresário Donald Trump. Hoje, cerca de 1 milhão e 41 mil brasileiros veem suas chances de permanecer ou ir aos Estados Unidos acabar, já que o atual presidente fez toda sua campanha eleitoral baseada na limpeza do país com relação aos imigrantes.

Cláudio Carvalho (45), que foi transferido pela empresa que trabalhava no Brasil para trabalhar nos Estados Unidos, fala que a eleição de Donald Trump ainda não afetou a cidade onde vive, dizendo que mora em uma cidade pequena e que não está acompanhando de perto o que está acontecendo, mas faz uma crítica ao atual presidente: “o Trump está nos seus primeiros 100 dias, eu acho que uma palavra define esses 100 dias: desastre. Está sendo uma administração totalmente improvisada, totalmente sem planejamento, e ele não sabe a que veio, o sonho dele era ganhar a eleição, mas ele acha que ainda está em campanha, então eu não acredito que ele chegue ao final dos 4 anos, até por uma questão de sobrevivência do Partido Republicano, mas pelo menos que o tempo que ele ficar lá, não cause muitos danos nem sociais, nem econômicos”, critica Cláudio.
O receio e o medo é mundial, mas frente a isso, o governo americano disse, categoricamente, que os Estados Unidos tem o sistema de imigração mais generoso do mundo, afirmação contestada por escritórios de advocacia que prestam serviços de imigração em diversos países. Talita Farias (30), mora na Austrália, trabalha como diarista no país e contou que viajar fora do país para aprender inglês, nem sempre é fácil, porque tem muita coisa que você precisa fazer quando chega no país e precisa de muito foco e jogo de cintura para conseguir aprender.

“Até agora pelo que eu entendi a eleição de Trump não impactou em nada, até porque a Austrália é administrada pela Rainha da Inglaterra, pelos ingleses, então tem os seus ministros mas quem manda aqui na verdade é a Rainha, e até agora eu não vi nada e também não sou uma pessoa muito entendida de política, nem da política desse país e nem da política no geral, mas pelo que eu ouço, não fez muita diferença ainda, e nem impactou em grandes coisas como economia não, ainda não”, explica Talita.

Foto: Reprodução

Muitos imigrantes entram nos Estados Unidos de forma ilegal através da fronteira entre Estados Unidos e México, Donald Trump falou recentemente em construir um muro nessa fronteira, como o Muro de Berlim, para impedir essas imigrações. O agente de viagem Geovani Machado (23), conta que os procedimentos para os brasileiros viajarem aos Estados Unidos, ainda não sofreram alterações porque a criação desse muro é para barrar os imigrantes ilegais que vão de forma terrestre, e os procedimentos para brasileiros continuam do mesmo jeito, então não vai mudar em praticamente nada. “Mudou o procedimento para alguns países como Síria, Irã, aqueles países que estão em guerra, só que para o Brasil não houve nenhum tipo de alteração”, explica Geovani.

Agora resta ao mundo aguardar quais serão as ações tomadas pelo então presidente, Donald Trump, e como elas afetarão todos os outros países ligados aos Estados Unidos. E também, se manterá a estabilidade de uma das maiores economias do mundo ou se causará a Terceira Guerra Mundial e o fim de uma nação de imigrantes.
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Carlos Batista foi ameaçado por alguns torcedores do São Bento por causa da forma que narrou o gol da Ponte Preta.

O narrador de futebol Carlos Batista da Rádio Bandeirantes de Campinas passou por apuros em um domingo quando estava narrando a partida de futebol entre o time do São Bento e o time da Ponte Preta, e no intervalo do jogo, um torcedor do São Bento foi até a cabine onde Carlos Batista estava e o ameaçou dizendo que se narrasse o gol do São Bento de forma diferente, Carlos ia sofrer as consequências.

Em uma entrevista concedida para o site Uol, Carlos Batista relata que quando começou a gritar “gol”, percebeu que a torcida poderia ir para cima da cabine onde estava, foi então que o narrador se abaixou e terminou de gritar o gol escondido da torcida.


 Foto: Reprodução/ Facebook

Marcelo Alcântara Rodrigues (31), estudante de Rádio e TV, diz que ninguém deve ser ameaçado em seu ambiente de trabalho, e que tudo o que nós vivemos hoje, essa intolerância e desrespeito é reflexo da nossa sociedade, dizendo que “não tem como a gente mensurar se isso foi feito por parcialidade ou se foi um fato imparcial, eu sei que ele está no ambiente dele de trabalho e eu sou totalmente contra as ameaças feitas em qualquer ambiente de trabalho, mas como nós vivemos hoje uma sociedade assim e o futebol ou os outros esportes também são movidos por paixão, as pessoas se veem no direito de ‘se eu não for a favor do seu time, eu sou contra o seu time e consequentemente eu sou contra você’, até mesmo pegando essas pessoas que trabalham nesse meio, como repórteres, narradores e comentaristas”, desabafa Marcelo.

Mesmo sofrendo essas ameaças, os narradores só escolheram essa profissão porque gostam do que fazem, e, em alguns momentos essa vontade de mostrar para o ouvinte a sensação de estar no estádio assistindo ao jogo vai ser demostrado uma paixão diferente por um time do que com o outro time.

Mas, o narrador Doni Vieira, que atualmente trabalha na Band Sports, na Top FM e é locutor comercial da Alpha FM, conta que padronizou a forma que narra os gols de todas as equipes depois de sofrer algumas ameaças, dizendo que em todos os jogos ele faz “uma narração só, é empolgação total em todos os lançes”, conta Doni. Juliana Souza (18), que gosta muito de futebol, desabafa sobre a forma que as pessoas são julgadas no seu ambiente de trabalho, alegando que “a pessoa trabalha do jeito que ela acha que é o correto, e não é justo sofrer ameaças em qualquer tipo de trabalho”.

A profissão de jornalista já é de risco, porque é um ser humano que transmite uma notícia e tem que ser, ou tentar ser, 100% imparcial, não demonstrar seus sentimentos e muito menos a sua opinião. Quando esse jornalista ou uma pessoa qualquer se torna um narrador de futebol e já tem um time de coração, é inevitável que esse narrador grite com mais entusiasmo o gol do seu time preferido. Mas, com muito treino e estudo, esse narrador pode sim aprender a separar o trabalho do lazer, afinal de contas, o torcedor não perdoa e pode vir a acontecer essas ameaças.


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Uma empresa gigante como essa tem que investir em técnicas de Publicidade e Marketing para manter sua força no mercado.


Foto: Reprodução

Desde o início da crise econômica em 2008, empresas de médio e grande porte acabaram diminuindo sua força no mercado, e com isso elas precisam de novas estratégias para fisgar os clientes para consumirem seus produtos, e é o caso do McDonald’s. As empresas, principalmente de pequeno e médio porte, durante a crise, tendem a cortar gastos até mesmo em setores que alavancariam seus lucros, exemplo disso é a Publicidade e o Marketing.

A professora de Marketing da Universidade Federal de Viçosa (UFV), Ana Cristina Ferreira, explica que é preciso entender o padrão de consumo das pessoas na crise para que as empresas se ajustem a elas, “porque por meio do Marketing é que é possível contornar a crise no âmbito empresarial a fim de tentar alcançar as expectativas dos consumidores que também são muito afetados pela crise”.

O momento da crise econômica é oportuno para injetar esforços em publicidade, que é um forte aliado a essas empresas nesse período onde o mercado da uma desacelerada e todo mundo fica com medo de arriscar, e a publicitária Lorelay Ramos Ferreira aponta que, mesmo com a crise, o McDonald’s consegue se manter no mercado por já ser uma empresa de tradição dos consumidores, dizendo que “é realmente uma empresa que dificilmente ela sofre grandes impactos diante a crise, a solidez dela de mercado garante realmente estratégias muito eficientes dada a experiência por ter passado já por outros momentos de fragilidade de mercado e tudo o mais, e eles sempre conseguem se sair bem, é difícil você ver uma loja de Mc fechar”, explica Lorelay.

Mesmo com a grande variedade de sabores, dos clássicos aos lançamentos, o McDonald’s tem desde os seus clientes fiéis, até os que vão com um bom intervalo de tempo, exemplo disso é a estudante de Medicina Veterinária, Luara Cavareto, que antes da crise, ela ia uma vez por mês, mais ou menos e diz que as propagandas de promoções e de novos lanches, pra ela não funciona porque, “eu vou sempre nos lanches que eu já conheço, eu sempre faço meu pedido variando entre três opções de hambúrgueres, portanto eu não vou pela propaganda de novos lanches, nem de outras promoções que eles fazem, porque eu acabo pedindo sempre o mesmo”, explica Luara.

Hoje, o McDonald’s é a maior empresa de Fast Food do mundo, em 119 países, com mais de 33 mil restaurantes, 1 milhão e 700 mil funcionários, e mais de 64 milhões de clientes diários ao redor do mundo. E no mês de março de 2017, nos cinemas de todo o Brasil, estreou o filme que conta a história da maior empresa do ramo alimentício do mundo, na visão de Raymond Kroc.

O longa passa na década de 1950 e mostra como Kroc tomou o McDonald’s das mãos de seus reais fundadores, mostrando as suas ambições de sempre querer mais e levar o McDonald’s a ser uma das maiores empresas do Planeta. O persistente vendedor vivido pelo ator Michael Keaton, fez com que o McDonald’s fosse uma Igreja e que fosse cultuada a qualquer dia e horário, tornando um dos principais conceitos de capitalismo, e ele sendo o messias.

O lucro a qualquer custo, e dinheiro acima de qualquer relação interpessoal, resumem bem o personagem. De forma cômica e cínica, o filme aborda como Ray conseguiu construir um império aos 52 anos, e a ter uma receita exorbitante. Vale a pena ir ao cinema ou conferir em alguma plataforma digital, e ver de perto um lado da história.
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A Mostra do Castelo Rá-Tim-Bum foi feita para comemorar o aniversário da estreia da produção infantil dos anos 1990.



LEGENDA Foto: Rafaella Pierna

Entre 1994 e 1997, foi exibida pela TV Cultura a série nomeada Castelo Rá-Tim-Bum, contando com 90 capítulos e um especial de Natal, a série foi febre para os jovens da época. Em 2014, no Museu de Imagem e Som (MIS), foi feita uma exposição do Castelo mais famoso das crianças da década de 1990, e por causa do recorde de público no MIS, que recebeu mais de 400 mil pessoas, e a vontade de trazer essa lembrança novamente para São Paulo, o Memorial da América Latina reconstruiu o Castelo Rá-Tim-Bum, e abriu para visitação do público em março de 2017.

Na pré-estreia da exposição, nossa equipe de reportagem conseguiu uma entrevista exclusiva com a famosa Penélope da série, a atriz Ângela Dip, que contou os bastidores de como foi a gravação na época, dizendo que “foi um trabalho de grande competência, foi uma das melhores coisas para criança da televisão brasileira, com certeza. Nós gravamos tudo, filmamos tudo e depois que estreou e ai foi esse sucesso todo”, conta Ângela vestida como Penélope.

Foto: Rafaella Pierna

“Percebo a responsabilidade que é fazer trabalho para as crianças, porque a infância é uma das fases mais importantes na sua vida, então nós do Castelo Rá-Tim-Bum fomos um trauma bom para essas crianças todas que cresceram”, Ângela fala sobre as crianças daquela época, e fala, um pouco decepcionada, sobre uma possível releitura da série nos dias de hoje falando que a sociedade mudou muito por causa da internet e diz que não sabe se faria tanto sucesso hoje, mas conta que gosta muito de trabalhar com crianças.

O fotógrafo cultural Ivson Miranda, diz que a cultura é fundamenta,l, que ela é aquilo que nos define como ser humano, e apoia a iniciativa do Memorial da América Latina, dizendo que “é fundamental a importância da Mostra do Castelo Rá-Tim-Bum, não é a minha memória afetiva cultural, é mais das minhas filhas, mas eu, por exemplo, fui na exposição que teve no MIS, e notei a importância para a lembrança afetiva das pessoas. A gente precisaria de mais programas e mais ações como o Castelo Rá-Tim-Bum, não só porque traz lembranças, a gente precisa criar programas agora, para que a próximas gerações tenham boas lembranças”, conta Ivson.

Foto: Rafaella Pierna
Mas falta ainda nas escolas uma disciplina que fale mais profundamente sobre cultura no seu contexto geral, nossos jovens estão carentes de cultura por causa dessa falta de interesse, às vezes da própria coordenação das escolas, para ter eventos e aulas sobre o tema.

Por e-mail, o atual presidente do Memorial da América Latina, Irineu Ferraz, conta que a exposição ficará em cartaz, inicialmente, por três meses, podendo se estender por mais tempo. Irineu disse também que a exposição é grandiosa, do tamanho que o público merece, e todas as informações de preço, horários, endereço e como chegar no Memorial, você encontra no site: www.ratimbumcastelo.com.br.





Assista a entrevista exclusiva de Ângela Dip

Entrevista Ângela Dip



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